Domingo 20/03 começamos a serie de Pregações: ``Guarda o Teu Coração´´ neste domingo meditamos sobre o tema: ``O meu perdão e o perdão de Deus´´ Segue abaixo uma parte do meditação.terça-feira, 22 de março de 2011
O meu perdão e o perdão de Deus
Domingo 20/03 começamos a serie de Pregações: ``Guarda o Teu Coração´´ neste domingo meditamos sobre o tema: ``O meu perdão e o perdão de Deus´´ Segue abaixo uma parte do meditação.sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Universidade Mackenzie: Em defesa da liberdade de expressão religiosa
A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.
Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 (link:http://www.ipb.org.br/
Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.
sábado, 25 de setembro de 2010
Palavrantiga - Deus, onde estás?
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Uma vida coerente – Fé e obras - Tg 2. 14 - 26
Em minha adolescência estudei em um colégio cristão, onde tinhamos cultos todas as semanas. O encarregado de tocar as musicas na hora do culto, um rapaz contratado pela escola, um dia me surpreendeu ao chegar nervoso à procura de um colega meu para ``acertar as contas´´. Ele dizia: La na Igreja é uma coisa, aqui fora é outra! A incoerência entre o que se confessa dentro da igreja e a maneira que se vive fora da igreja é algo que ao longo dos anos tenho visto repetidas e vezes e em diversas situações. E o pior, em muitas situações vejo essa incoerência em minha vida.
Para então combater essa incoerência, Tiago escreve a seção de Tg 2. 14 - 26. que com as nossas obras obras devemos mostrar aquilo que cremos. Em primeiro lugar Tiago mostra A incapacidade da salvação em uma fé sem prática (v. 14 - 17) O Sentidos de ``fé´´ para Tiago no texto é Aderência às doutrinas do Cristianismo, uma profissão de Fé em Deus e em Jesus Cristo (2. 1) – A pergunta que é feita Qual é o lucro de uma fé sem obras? – nenhum! Pois não se perecebe a salvação dos que não externam a obra interior da fé. A pergunta retórica de Tiago: Pode, acaso, semelhante fá salva-lo? tem um contundente NÃO! Em seguida ele passa a dar um exemplo prático (v. 15 - 16) – Não estender a mão à carência material de um irmão necessitado. Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos – é equivalente a dizer: tenho fé que tudo vai melhorar pra você! Palavras bonitas que expressam indiferença para com a responsabilidade. A Inutilidade das palavras, dizer coisas bonitas não atende a necessidade. Qual é o proveito disso? Do que adianta expressar uma intenção e que não se intenciona cumprir? Como acreditar que por somente confessar Jesus como salvador, mas não colocar em pratica aquilo que ele nos ensina e mesmo assim ter certeza da salvação? Isso pode ser visto em pessoas que não possuem compaixão para com a necessidade do próximo como Jesus possuia. Pessoas que querem distanciam de se envolverem com a necessidade do próximo, por isso dizem ide!. Pessoas que retém aquilo que pode ser repartido com o próximo para beneficio próprio. – Por não querer cair no erro do Espiritismo e do Catolicismo não devemos negligenciar a pratica das obras, externar a nossa fé Jesus. E até entre os chamados evangélicos temos visto uma tremenda incoerência, isso especialmente na Teologia da Prosperidade que chamam multidões de pobres e em vez de ajudar, tiram o pouco que tem e depois os despedem em paz. Mas o que Tiago quer mostrar sobre obras vai além das obras de beneficência, o exemplo que Tiago dá é do que é feito em ralação ao próximo, mas o que realmente se entende por obras é a necessidade da pratica da obediência a Deus em todas as aéreas da nossa vida.
Em segundo lugar Tiago mostra que as obras confessam a fé (v. 18 - 19). E para mostrar isso ele cria um dialogo entre um cristão genuíno e um cristão nominal. O confronto na verdade é entre a fé viva X fé morta. Ou incoerência de negar a fé com as obras e a coerência de mostrar a fé com as obras. Como o próprio Jesus afirma que se conhece a arvore pelos frutos (Mt 7. 16 – 17). Alguem poderia então ficar satisfeito simplesmente com a confissão de crer em Deus, Tiago então mostra que isso é uma fé que não tem vida. Devemos ter sempre em mente a importância de se estar atento ao que confessamos e a maneira como se vivemos. Há um constante olhar sobre nós. Amigos, vizinhos e familiares incrédulos. Que olharão para nós e conhecerão aquilo que cremos através das nossas atitudes.
Um exemplo que se pode dar é de Cristãos que crêem no Céu, a morada final do povo de Deus. Mas vivem uma incoenrecias no modo de viver. Porque consideram está vida como se fosse o maior tesouro que possam ter. Porque viver amontoando tesouros na terra? As nossas obras devem ser de amontoar tesouros celestiais. A nossa vida aqui deve ter essa coerência, não somente dizer que acreditamos, mas, devemos pagar um preço para demonstrar com obras aquilo que acreditamos.Só confissão não basta, porque até os demônios crêem em Deus e até tremem. Os demônios também confessam que só há um Deus!
Em terceiro lugar Tiago mostra que as obras consumam a fé (v. 20 - 26). Ele mostra isso com dois exemplos, o de Abraão e o de Raabe. Sem querer dar nenhuma chance para os hipócritas Tiago no v. 20 demonstra sua indignação e não quer deixar nenhuma sombra de duvida sobre a inutilidade de uma confissão vazia. Por isso chama o homem hipócrita de insensato, alguém que é desprovido de valores espirituais. O primeiro exemplo de Abraão (v. 21 - 24). Abraão é o símbolo máximo de orgulho, tanto judeos como cristãos sentem orgulho ao dizer que são descendentes de Abraão, seja de sangue ou espiritual. Ao mostrar a ´´obra´´ de Abraão em obediência a Deus Deus requer de Abraão seu filho, o filho tão esperado. Abraão obedece a voz de Deus entregando seu filho. (Gn 22. 12, 18).
Abraão realmente cria na promessa de Deus de levantar um povo mais numeroso que as estrelas do céu. Hb 11. 17 – 19. Ele acreditava em Deus ao ponto de fazer tudo o que Deus pedisse. Para ele, Deus ressuscitaria a Isaque, se o menino fosse sacrificado. A fé cooperou com as obras, as obras por sua vez consumaram a fé de Abraão. O ato de Abraão, deu um sentido completo à sua fé, todos viram que Abrão iria às ultimas conseqüências por sua crença em Deus. A fé produz obras e as obras aperfeiçoam a fé. Abraão creu no Senhor, e isso foi imputado para justiça. Não que fosse uma profecia em Gn 15. 9, mas que no Monte Moriah foi comprovado o que Deus disse sobre Abraão no passado. Isso fica mais claro na parafrase do Dr. Augustus no v. 24 - Então, verificais que uma pessoa demonstra que é justa pelas obras, como foi com Abraão, e não somente por uma declaração vazia de fé. O segundo exemplo é o de Raabe, a meretriz. Tiago certamente escolhe Raabe para mostrar como o mais ilustre dos personagens do passado e uma quase anônima, oriunda de uma profissão desonrosa, também precisavam das obras para mostrar a fé. A obra de Raabe foi a de ajudar os emissários de Josué (Js 2. 1 – 14) Em ato de obediência a Deus podendo pagar com a própria vida. Quando Fé e Obras andam juntas temos vida – e não é como um corpo estendido no chão, que sem o espírito não pode fazer nada. Da mesma forma uma fé confessada que não reage aos estímulos externos, é uma fé morta.
Todos temos a obrigação de cosumar a nossa fé. Em varias ocasiões da nossa vida somos confrontados com situações que exigem de nós essa consumação da fé. Mostrar que realmente somos justificados em Cristo Jesus. Devemos mostrar nossa fé no trato com o próximo, oo abrir mão de coisas valiosas por amor a Deus e no o arriscar a própria vida por amor a Jesus Cristo.
Concluindo. Nós precisamos de coerência nos nossos passos. Antes de conhecer Jesus andávamos em direção oposta a Deus. Depois de conhecer Jesus andamos em direção a Deus. Jesus traz coerência à nossos passos. Não podemos dizer que estamos andando em direção a Deus e ao mesmo tempo ver que nossos passos estão nos levando para o inferno.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Santidade por Gratidão - Rm 12. 1 - 2
A santidade é necessária para ver a Deus. Como poderemos estar diante de um Deus santo, sem sermos santos? O problema é querer ser santo sem ter consciência da salvação unica em Jesus. Se assim fazemos, o caminho da santidade sempre será um fardo impossível de ser carregado. E como conseqüência disso não veremos a Deus. Os v. 1 e 2 do cap. 12 nos mostra o motivo para vivamos em santidade e como viver em santidade.
O apóstolo começa com um pedido de atenção de Paulo dizendo: Rogo-vos, pois, irmãos. O verbo rogo vem do grego parakale,w – 1. Parakaleo (parakalew). Denota literalmente. clamar ao lado de alguem, e de dai chamar o auxilio de alguem. tem vários sentidos de significado, como confortar, consolar, exortar, chamar, além de seu significado de rogar. Logo em seguida ele dá um motivo pelo qual se deve atender o chamado, que é algo extramamente convincente. Esse motivo é descrito como as misericórdias de Deus. Mas, quais misericórdias? – As misericórdias de Deus são tudo aquilo que Paulo apresentou nos capítulos anteriores (1 – 11). Basicamente a nossa justificação pela fé (3. 24, 25), ou seja nossa salvação em Jesus Cristo, que se manifesta de forma imerecida a nós que estavamos condenados eternamente pelo nosso terrível pecado.
Diante do simples e contundente argumento, não deixando margem para que se resista a exortação que Paulo irá fazer. Ele faz um chamado a uma vida consagrada, ou seja, para que apresentenmos o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Em vista de tudo o que Deus fez por nós, porque não viver de acordo com aquilo que Ele requer de nós? Por que não viver em Santidade? Apresentando o nosso corpo em sacrifício, não como antes que eram oferecido sacrifícios de animais, agora é oferecido o nosso próprio corpo em sacrifício. Um sacrifício de um corpo não para morte, mas para uma vida em Cristo Jesus. Uma vida separada através. Uma vida que seja agradável a Deus. Vivendo assim prestamos um culto constante a Deus, que é lógico, razoável e aceitável em sua presença. Qualquer outra maneira de viver não é aceita por Deus.
Procurar santidade exterior sem ter consciência do que Deus fez por nós não nos leva a presença de Deus. Para uma vida de santidade é necessário crer em Jesus, aquele que nos deu a salvação, e saber que não mereciamos, porque eramos pecadores condenados, homens maus que odiavam a Deus (Rm 1 - 11). Viver diariamente uma vida de santidade que agrada a Deus é fruto de gratidão pela misericórdia concedida a nós, essa é a motivação certa. Viver em santidade não é um fardo como muitos pensam. Viver em santidade é bom, é agradável e traz plena satisfação (Rm 12 - 16).
